
Bursário de figuras para educação de príncipes celtas
Parece ser norma e costume entre as nações celtas expulsar, não os mais belicosos, violentos, arriscados, revoltosos e selvagens dos seus filhos, quanto os que se assinalam, por diversa causa como conflituosos e destemidos (quer dizer, os subversivos para com essa delicada paz social consagrada em imobilismo e normalmente equivalente a dominação dos poucos sobre os muitos) e largá-los mundo adiante, em bandas, ou individualmente, a se desbravar, fazer experientes e aprender paciência.

“A escola tiña que ser o espazo para desmontar toda esa arquitectura da exclusión”
Jurjo Torres Santomé, catedrático de Didáctica e Organización Escolar na Universidade da Coruña, é unha referencia na pedagoxía galega desde hai tres décadas. Leva tempo dando a batalla, cada batalla, no campo da educación para evitar que os poderes públicos e privados convirtan a escola nunha fábrica de mulleres e homes encadeados ao senso común do neoliberalismo que os oprime.