
Presentouse o Movemento Arredista
Hoxe, no parque de Bonaval de Compostela, presentouse publicamente o Movemento Arredista, a organización política surxida do proceso constituínte ‘Sumarmos forzas pola ruptura’, iniciado en outubro de 2020.

Hoxe, no parque de Bonaval de Compostela, presentouse publicamente o Movemento Arredista, a organización política surxida do proceso constituínte ‘Sumarmos forzas pola ruptura’, iniciado en outubro de 2020.

“A independencia por tanto non é un fin en si mesmo nin unha consigna retórica, é a oportunidade que temos as clases populares de crear unha ferramenta de Estado ao servizo dos nosos intereses”, sostén Ximena González.

A autora alenta a “reforçar a auto-organização popular, superar os trâmites da gestão institucional, e levar a acção a quem tem que decidir” como uma forma de trabalhar a partir dos concellos para a independência.

“Independência e Socialismo é umha equaçom indivísivel. Sem soberania nom será possível construir umha sociedade sem classes. Só o Socialismo pode garantir a independência nacional”, escreve Carlos Morais nesta terceira contribuição para o debate sobre as ‘independencia(s)’, uma nova Teima no adiante.gal

“Nada há mais radical que avançar cara o objetivo que se enuncia, e isso só se consegue comunicando, emocionando e dando-lhe exemplo a quem discorda”, indica o autor, que receia tanto do esquerdismo identitário e do culturalismo como da medra eleitoral do nacionalismo como caminho para a independência.

Hoxe, no parque de Bonaval de Compostela, presentouse publicamente o Movemento Arredista, a organización política surxida do proceso constituínte ‘Sumarmos forzas pola ruptura’, iniciado en outubro de 2020.

“A independencia por tanto non é un fin en si mesmo nin unha consigna retórica, é a oportunidade que temos as clases populares de crear unha ferramenta de Estado ao servizo dos nosos intereses”, sostén Ximena González.

A autora alenta a “reforçar a auto-organização popular, superar os trâmites da gestão institucional, e levar a acção a quem tem que decidir” como uma forma de trabalhar a partir dos concellos para a independência.

“Independência e Socialismo é umha equaçom indivísivel. Sem soberania nom será possível construir umha sociedade sem classes. Só o Socialismo pode garantir a independência nacional”, escreve Carlos Morais nesta terceira contribuição para o debate sobre as ‘independencia(s)’, uma nova Teima no adiante.gal

“Nada há mais radical que avançar cara o objetivo que se enuncia, e isso só se consegue comunicando, emocionando e dando-lhe exemplo a quem discorda”, indica o autor, que receia tanto do esquerdismo identitário e do culturalismo como da medra eleitoral do nacionalismo como caminho para a independência.