Ernesto Vázquez Souza

Crunha, 1970. Licenciado em Filologia Hispânica (Galego-Português) 1993, e também Doutor nas mesmas áreas (2000) pela Universidade da Crunha. Pesquisou entre 1994 e 2000 pelos principais arquivos e bibliotecas da Galiza; e pelos de Madrid, Alcalá, Salamanca, La Habana, Montevidéu e Buenos Aires. Participou no Programa Intercampus (Pelotas Brasil-RS, 1995); foi professor visitante de Língua e cultura galega no Instituto Cervantes de Chicago (EE.UU) (1997), bolseiro da Deputação da Crunha (1997-98), leitor de Língua galega em Montevideu (R. O. Uruguai) no Curso 1998 (onde colaborou nas instituições da emigração e participou no Programa Radial Sempre em Galiza); durante os anos 2000-2001 foi bolseiro pesquisador de pós-doutoramento da UdC. A partir do ano 2001 mora em Valladolid, e trabalha como Bibliotecário nessa Universidade. Especialista em história do impresso galego na etapa contemporânea, tem focado os seus contributos arredor do movimento das Irmandades da Fala, Ánxel Casal, o republicanismo, o laicismo e a maçonaria galega, e disto publicou algum trabalho sobre história, contexto político e cultural do livro galego das primeiras décadas do século XX. Sócio da Associaçom Galega da Língua e membro da Academia Galega da Língua Portuguesa; atualmente é o diretor do Portal Galego da Língua.

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Mais aproveita o perdão

17/10/2018

Nova entrega do 'Bursário de figuras para educação de príncipes celtas': Mael Duin. O importante é a viagem. Afinal, como havia que fazê-la, talvez um dia tenhamos o prazer de lembrar, para outras gentes que venham, tanta cousa.

reintegracionismo, Carvalho Calero

Ricardo Carvalho Calero, fora de lugar

15/09/2018

Um homem de instituição, privado da Instituição, um out of place, arrastado por alguns dos seus entusiastas contemporâneos ao papel de Homem-instituição, de bandeira, de herói. Um artigo de Ernesto V. Souza.

Não deixes a tua língua cortar a tua garganta

02/09/2018

O bom conselho e o sentido comum não são respeitados pelos seus homens, que levados de orgulho e de precipitação, soltam a língua a pascer. O que tanto na história de Rhiannon quanto na de Macha desencadeia os acontecimentos. A verdade é que a língua pode mais cortar a gorja que a lâmina mais afiada.

Bursàrio, Bran, príncipes celtas

Quem quiser pontificar que faça as pontes

25/07/2018

Dentre as histórias e figuras que temos na bolsa e que o conhecimento e a experiência (adquirida em boa proporção tanto à base de paus como de leituras), destacamos hoje a história com a miga do dito famoso de Bendigeit Bran, filho de Ler, rei da Ilha Grande da Bretanha num dos tempos remotos em que o Gales era o centro desse brumoso mundo atlântico, em que a divisão entre os seus, e a guerra com os parentes era a mesma, marcante continuidade e final ruína de todas as casas.

Ernesto Vázquez Souza. Licenciado em Filologia Hispânica (Galego-Português)

Pendragão

14/06/2018

O que mais interessa é essa figura de líder fulgurante na escalada ao poder, ambicioso, atrativo, sedutor e genial, implacável com os inimigos e que sabe domenhar os aliados com dura mão, génio na batalha e herói na luta. Mas que não sabe ser na vitória.

Ernesto Vázquez Souza. Licenciado em Filologia Hispânica (Galego-Português)

Bursário de figuras para educação de príncipes celtas

13/05/2018

Parece ser norma e costume entre as nações celtas expulsar, não os mais belicosos, violentos, arriscados, revoltosos e selvagens dos seus filhos, quanto os que se assinalam, por diversa causa como conflituosos e destemidos (quer dizer, os subversivos para com essa delicada paz social consagrada em imobilismo e normalmente equivalente a dominação dos poucos sobre os muitos) e largá-los mundo adiante, em bandas, ou individualmente, a se desbravar, fazer experientes e aprender paciência.